Parte 3 – Monte Gêmeo do Prazer

Dedo de ponta vermelha perante o Monte Gêmeo do Prazer a visão é plena não é mesmo!
Podes ver a plenitude de tudo, conseguir alcançar os passos rápidos dos pensamentos mais profundos.

Observar como as coisas podem ser diferentes. E o principal contempla tudo ao redor.

É possível ver as madeixas de cabelos dourados deitadas ao chão, encobreadas pela profusão da iluminação do sol e que sol esse.

E também é possível desfrutar ponta dos pés brincando com a areia, para lá e para cá, engraçado, como ele se diverte, não consigo entender como isso é possível. É percebo que Ponta dos Pés Vermelho tem um grande prazer em esfregar as areias!

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Eu detesto gosto não vai estragar a ponta dos meus dedos vermelha, mas os pés, aqueles meninões ficam ali de forma frenética esfregando na areia. Percebo que em alguns momentos eles se roçam mais do que esfregam, ai sim eu gosto, o roçar é bom é gostoso, faz com que o “Cume” do Monte Gêmeo do Prazer fique mais ouriçado, mais rígido. Pare até que o “Cume” tem vida!

Acho que vou até dar um nome para o “Cume” do Prazer. Quando chega esse momento eu fico aqui pedindo para que pés com pontas vermelhas não faça mais nada, apenas roçar um no outro! O deleite deles é o meu também. Pois ganho fácil alguns centímetros de altura, quando o “Cume” do Prazer entra em ação e se faz crescer.

Engraçado que quando o Cume do Prazer aparece sinto toda uma mudança ao meu redor, parece que tudo fica mais intenso, a respiração fica mais rápida, mais ofegante, mais intensa, os poros se dilatam de todo o corpo, engraçado que é possível verificar que um novo cheiro fica no ar, um cheiro diferente do dia a dia. E não é perfume.

Acho que posso dizer que é um cheiro da natureza interna que profana tudo ao seu redor. Um perfume que é exalado por todos os poros e também pelo desfiladeiro do prazer, que fica inquieto nesses período!

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Não é um inquieto de ficar para lá e para cá, mas um inquieto que faz tudo aqui estremecer. Um inquieto que acelera o fluxo sanguíneo em todas as cavidades, e por lá também acontece um pequeno aumento e dilatação de suas formas.

Como tudo isso aqui é incrível gente. Um Cume que cresce um desfiladeiro que expande, e quase sempre quando isso ocorre sou destacado para algum tipo de intervenção, como tentar controlar ou as vezes agitar a situação no desfiladeiro.

Em poucos minutos onde estava pousado calmamente no Cume, me vejo fazendo rapel no Desfiladeiro, rapel que muita vezes é engraçado pois sempre começa da borda até às entranhas e depois retorno ao topo e ali fico a brincar durante momentos.

Olha até que a vida de ser ponta dos dedos vermelhos não é tão complicada não, realmente complicada não é, mas entender algumas coisas que são elas.

Não entendo o porque disso tudo, mas que é bom isso é mesmo estando no fim do corpo, é visível como todo ele se modifica nesses momentos, cheiros, sons, temperatura, dilatação, humidade, tudo fica diferente, tudo fica amigável, tudo fica prazeroso, tudo fica em um outro patamar.

A humidade é tanta que ao fazer o rapel, nem me machuco quando encosto nos paredões que ficam dos dois lados do Desfiladeiro.

Bem deixa eu voltar ali, pois tenho muito o que fazer.

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