Capitulo 16 – A volta do brilho vermelho

Um mês havia se passado e Merampth já transitava normalmente sobre as vielas de Hatussa … já conhecia locais peculiares os quais gostava de se recolher!! Ele aguardava os tramites da confecção do tratado de paz. Ele trouxe a primeira sumula, após conferencia o imperador enviou comitiva ao Egito com a resposta e assim começaram as negociações.

Merampth deveria ficar no Hati ate o fim da criação do documento e efetivar a paz entre os povos. Nesse momento ele se deliciava em uma imponente vila destinada para ele com os prazeres da vida dos hititas, comidas, bebidas, musicas, festas, tudo era muito bom e agradável, mas sentia no fundo um vazio e uma falta de seu Egito.

Nesse dia ele andava distraído e se deparou com uma edificação que não tinha reparado antes, ele fixou seu olhar e percebeu que ali era um centro de cultura, local de muito transito de pessoas. Encabulado ele ia passar direto quando olhando por entre arvores viu de longe o vulto de uma figura conhecida!!! Era a dançarina que outrora lhe deixou estupefato com a sua volúpia e sensualidade!!

Durante 3 semanas Merampth ficou observando-a em seu dia a dia ao ponto de saber alguns de seus gostos como roupas que mais comumente usava, lugares ….

Mas teve um dia em que ele procurou e procurou e não conseguia avista-la em nenhum canto, foi na escola, no mercado local, no templo e nada!!! Derrepente ele escuta uma voz doce ao seu lado: – Porque me segues e nunca se aproxima para conversarmos, eu não mordo não!!!

Merampth ao virar percebe que a forte e doce voz era da dançarina, olha meigo, boca rosada, úmida e carnuda, sorriso sapeca, corpo sensual e voluptuoso. Seus olhos eram tão expressivos que ele conseguia ver sua alma refletida neles!!! Sem pensar muito ele responde:

– Eu devo desculpas pelo meu jeito, mas observava você pelo fato de ter te conhecido em uma celebração.

– E vc acha que eu não lembro de tua pessoa, nobre afortunado egípcio, deverias ter sido mais discreto ao ficardes a me olhar!!! Corado Merampth ficou sem ação e não tinha muito o que fazer a não ser rir junto com ela.

– Venha em minha casa hoje teremos uma festa com a chegada de meu tio que a muito saiu daqui, serás nosso convidado especial.

– Bem não tenho como não aceitar (ate tenho, mas eu não poderia deixar passar essa oportunidade, talvez a única). Estarei lá sim com certeza.

 

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