Capitulo 17 – A tão esperada festa

A noite chegava gélida, mas agradável ao mesmo tempo, uma suave brisa de outono soprava … e lambia os corpos de todos!!! Todos trajados de gala para a recepção, Merampth chega acompanhado do filho mais novo do imperador com sua farda de gala, porte altivo, logo-logo tornou-se o centro das atenções, mas por pouco tempo, pois o centro das atenções foi para a tentadora Maat-Hor.

Ela adentrou com seu lindo e translúcido vestido de seda oriental, totalmente plissado de detalhes em ouro. De cor lilás realçava a textura alva de sua pele, os cabelos, olhos e boca em extrema evidencia. Suas formas estavam refletidas com delicadeza por entre os véus distribuídos de forma sedutora, deixando um jogo de sensualidade ao mostrar e esconder seus seios.

Ancas abundantes ( tentei achar um termo, mas não deu) que atraia atenção de todos com certeza!!Maat-Hor animava a todos com sua simplicidade, alegria e paz de espírito ….. A sua beleza era extrema, mas após algum tempo ela tornava-se mais uma na festa, pois com uma alegria em seu rosto deixa a todos encantados, não apenas com a beleza, mas com a magnitude de seu ser. Magnitude que poderia ser vista com um simples gesto, olhar, andar, sem mesmo conhece-la qualquer pessoa com um senso crítico poderia descobrir essa inebriante energia que brotava dela.

Merampth se aproximou e saudosamente lhe ofereceu uma bebida e ambos foram para um canto da casa para uma longa e alegre conversa, fascinado com a figura da mulher Merampth se deixou fluir por suas historias como general do grande Ramsés, contando por menores de suas arriscadas missões … Maat ficava impressionada com os momentos mais difíceis, ela começava a olhar de uma maneira diferente, pois ela percebeu que ele achava-a linda sim, mas não demonstrava como os outros.

E ela percebia que ele explorava sensações diferentes nela, como o respeito, os momentos em que ele escutava e interagia, não para agradá-la, mas ela percebia que ele se sentia bem em querer saber mais. Uma diferente e forte fascinação surgiu entre eles naquele momento foi como se o mundo todo parasse, o tempo, que é uma constante universal, deixou de ser ator principal e foi colocado de lado. Tudo girava em torno da ternura entre os dois, dos olhares, dos movimentos corpóreos onde aos poucos cada um insinuava ao outro, com singelos gestos.

A sensualidade do momento causava transformações químicas em ambos, ao ponto de dilatarem suas pupilas por meio de hormônios que transbordavam em suas correntes sanguíneas, interagindo com suas células nervosas impulsionando sensações de prazer, libido e tesão mutuo.

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