Quando os olhos se cruzam , cruzam se as almas também ,, passem 80 anos …..

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Quando os olhos se cruzam , cruzam se as almas também ,, passem 80 anos ….. ❤ ❤

Vale ressaltar que todo o trabalho de Marina é baseado nas suas relações com seus pais e com Ulay. Ele é e sempre foi peça fundamental de toda sua criação. Então pire aí oque se passou na cabeça dessa mulher ao ficar cara-cara com o homem que mudou sua visão de mundo e criou, em definitivo, a artista que ela se tornou. O sentimento deve ter sido muito foda de segurar. Recomendo que assistam o filme sobre Marina Abramovic.

“Entre os anos 70 e 80, Marina Abramovic viveu um intensa história de amor com Ulay. Quando sentiram que a relação já não tinha a chama de outros tempos, cada um seguiu o seu caminho. Mas em 2010, quando Marina já era artista consagrada, o Museu de Arte Moderna (MoMa) de Nova Iorque dedicou uma retrospectiva à sua obra. Nessa retrospectiva, Marina partilhava um minuto de silêncio com cada estranho que se sentasse à sua frente. Ulay chegou sem que ela soubesse, e foi assim que aconteceu… smiley

Caso o vídeo não aparece no post, basta clicar no seguinte link para conferir o vídeo!!!

Marina Abramović and Ulay – MoMA 2010 por mattinnbm

Por que tanta gente está postando o vídeo do encontro de Marina Abramovic com Ulay e qual é a história por trás dele
Por que tanta gente está postando o vídeo do encontro de Marina Abramovic com Ulay e qual é a história por trás dele

Pode ser que você tenha visto pelo menos um amigo postar no Facebook nesta semana o link do vídeo “Marina Abramovic Meet Ulay” acompanhado de um comentário do tipo “muito lindo!! chorei!“. Caso você não tenha assistido ao vídeo e nem faça ideia de quem seja essa mulher, explico: Marina Abramovic é uma artista performática com mais de 40 anos de carreira, nascida na Iugoslávia. As imagens desse viral cult mostram o reencontro dela com seu ex-amor Ulay que aconteceu de surpresa durante a exposição “The Artist is Present” (“A artista está presente”), que esteve em cartaz no MoMa, em Nova York, em 2010. O vídeo é realmente tocante como um recorte da realidade, mas é apenas um trecho de algo bem maior e mais importante: o premiado documentário “The Artist is present”, lançado no ano passado. Este post do blog Vodca Barata lembra este que a história de amor de Marina e Ulay não é só esta imagem delicada e poética. Por trás deste encontro, há uma história intensa e dolorida.

E por que este vídeo só viralizou agora? Uma das hipóteses pode estar relacionada à exibição do filme em eventos no Brasil este mês. Outra possibilidade pode ser o buzzgerado pelo prêmio de cinema independente Spirits Awards, que realizou a entrega dos troféus no sábado passado. O filme sobre Marina Abramovic concorreu e foi premiado na categoria “Documentário”.

O documentário retrata a preparação para a exposição-retrospectiva “A artista está presente” no MoMa. A mostra era composta por vídeos e reproduções de suas performances ao vivo por seus alunos/discípulos, formando a retrospectiva do trabalho de Marina, que teve início nos anos 70 e é marcado pela experimentação entre o performer e o público, os limites do corpo, e as possibilidades da mente.

Um dos pontos altos da exposição foi a performance inédita criada por Marina, cujo trecho é retratado no vídeo em que ela reencontra Ulay. A artista pediu que a produção instalasse uma mesa e duas cadeiras para que as pessoas sentassem de frente e a encarassem, pelo tempo que quisessem. A fila para tentar olhar para Marina pelo menos por alguns minutos era gigante e permaneceu assim durante toda a exposição, que durou três meses. O documentário mostra a emoção de quem conseguiu sentar-se de frente para o olhar profundo da artista, incluindo o ator James Franco.

Em um trecho desta entrevista, Marina fala sobre o que sentiu durante a performance que durou exatamente 736.030 minutos, de acordo com as contas dela:

E não houve história, não houve uma crescente, não houve um desenvolvimento…era apenas sentar-se. E o público tinha a inteira liberdade de ficar ali o quanto quisesse. O curador da exposição me disse que talvez seria apenas uma cadeira na minha frente, na maioria do tempo. Aconteceu que nós batemos o recorde de visitas do museu e, de 850 mil visitantes, 1.750 sentaram-se na minha frente. Sem fim. Houve uma pessoa que ficou sentada ali durante sete horas. Eles esperavam a noite inteira para sentar-se, apenas porque havia algo realmente acontecendo, de uma forma que é quase racionalmente inexplicável.

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